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sexta-feira, 11 de julho de 2014

PALAVRAS DE FOGO

 Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.
Quando o testamento foi aberto, dizia que metade dos camelos ficaria para o filho mais velho, um terço para o segundo e um nono para o terceiro.
O que fazer ?

Eram dezessete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser cortado ao meio ?
Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.

É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.
Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução.
Matemática é matemática.
Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos e não de matemática".
Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito.

Contaram-lhe o problema.
O velho riu e disse: "É muito simples, não se preocupem".

Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte - seis camelos e ao terceiro filho, foram dados dois camelos - a nona parte. Sobrou um camelo: o que foi emprestado.
O Velho pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".

Esta história foi contada no livro "Palavras de /fogo", de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição.

Ele conclui dizendo: "A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição. A cultura é abstrata, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência."

Rajneesh

texto e imagem - internet

sábado, 24 de maio de 2014

O QUE O SÁBIO PEDIA A DEUS?

Um homem recebeu, certa vez, a visita de alguns amigos.
“Gostaríamos muito que
nos ensinasse aquilo que aprendeste todos estes anos”, disse um eles.
“Estou velho”, respondeu o homem.
“Velho e sábio”, disse outro. “Afinal de contas, sempre te vimos rezando durante todo este tempo.
O que conversas com Deus? Quais são as coisas importantes que devemos pedir?”
O homem sorriu.
“No começo, eu tinha o fervor da juventude, que acredita no impossível. Então, eu me ajoelhava diante de Deus e pedia para que me desse forças para mudar a humanidade”.
“Aos poucos, vi que era uma tarefa além das minhas forças. Então comecei a pedir a Deus que me ajudasse a mudar o que estava à minha volta”.
“Neste caso,
podemos garantir que parte de seu desejo foi atendido”, disse um dos amigos. “Seu exemplo serviu para ajudar muita gente”.
“Ajudei muita gente com meu exemplo; mesmo assim, sabia que
não era a oração perfeita. Só agora, no final de minha vida, é que entendi o pedido que devia ter feito desde o início”.
“E qual é este pedido?”

“Que eu fosse capaz de mudar a
mim mesmo”.

(Desconheço o autor)

imagem e texto - internet

sábado, 28 de dezembro de 2013

O COLECIONADOR DE PROBLEMAS

   
Em uma aldeia onde haviam muitos colecionadores. Passavam a vida colecionando objetos descartados pelas outras pessoas. Os colecionadores descobriram que uma vez que se tenha uma grande e variada quantidade de artigos descartados, eles se tornam valiosos novamente. 
    Um colecionador tinha uma provisão esplêndida de garrafas de vidro. Ele chamava a atenção pendurando algumas em árvores e criando música batendo com varas. Outro colecionava sapatos de todos os tamanhos. Ele comentava o quanto variava o tamanho e as formas dos pés das pessoas. 
    Havia colecionador de panela, colecionador de selos, de taco de golfe e colecionadores de chapéu, de livros cômicos e colecionador de cartão esportivo.       Na verdade, era uma verdadeira coleção de colecionadores. 
    Um dia um velho homem chegou à cidade e vagando pela aldeia perguntava onde ficava a praça dos colecionadores. Ele levava um grande pacote, mas não parecia estar carregado nem muito pesado. Ele encontrou a praça dos colecionadores e se alojou em um canto. 
    Naturalmente, os colecionadores descobriram que havia um novo colecionador na cidade, e eles queriam saber o que ele tinha no pacote. Ele respondeu que nada havia mas apenas seu almoço e uma capa de chuva para o caso de chover. 
    - Você quer dizer que não tem uma coleção? - eles perguntaram - Você não é um colecionador? 
    - Oh, sim. - ele respondeu - eu sou um grande colecionador. Mas o que eu coleciono não cabe em um pacote ou uma caixa. Eu coleciono os problemas e as preocupações das pessoas. 
Esta era uma idéia estranha e lhe pediram que explicasse. 
    - Bem, veja você, eu descobri há muito tempo que entre as coisas que todos querem se livrar existem as preocupações, os problemas, fardos pesados, tristezas, tempos difíceis - todo este tipo de coisas que jogam as pessoas para baixo e faz suas vidas mais tristes. Assim eu me ofereço para colecionar estes problemas e elas se sentem bem. Não é simples? 
    Alguns dos colecionadores pensaram que era uma convicção tola e possivelmente isso era perigoso à reputação de sua profissão. 
    O velho não parecia prejudicar ninguém, entretanto, assim eles o deixaram só. Logo apareceu alguém e perguntou como ele colecionava problemas, e ele respondeu, 
    - Bem, há algo provavelmente em sua vida que o aborrece agora mesmo - um pouco de preocupação que você tenha. Me fale um pouco sobre isto e eu a acrescentarei à minha coleção. 
    - Mas como isso me ajudará? Você pode desaparecer com o problema só porque lhe falo sobre isto? 
    - Não, mas você se sentirá melhor. Tente. 
    Assim a pessoa falou para o velho sobre algo que era um problema. Quando a história terminou, o colecionador de problemas acenou com a cabeça algumas vezes, elevou as mãos como se erguesse algo pesado e fingiu colocar no pacote. 
    - Pronto! Eu guardei este. Como você se sente? Perguntou. 
    A pessoa que tinha o problema respondeu: 
    - Estranho. Me sinto bem. Eu acho que posso controlar o problema muito melhor agora. Realmente funciona! 
    As palavras se espalham ao vento. Logo havia uma multidão em volta do colecionador de problemas. 
    Um dia, uma mulher apareceu na aldeia caminhando lentamente e com considerável dificuldade. Logo a levaram ao colecionador de problemas. Quando ele explicou a ela que tipo de colecionador ele era, ela começou a lamentar: 
    - Oh, você não sabe quantos problemas e pesados fardos há neste mundo. Eu venho de uma cidade onde há mais problemas do que em qualquer outro lugar. Todos sofrem e ninguém tem qualquer esperança. E o pior é que as autoridades da cidade prosperam passando por cima dos problemas do povo. É um lugar horrível, desesperador. Eu tive que partir. Era a única esperança que eu tinha. 
    O colecionador de problemas ficou sério. Se levantou e ergueu o pacote com um gesto que era mais lento e mais doloroso que o normal. Depois de um longo silêncio, falou lentamente. 
    - Eu tenho que ir até lá. 
    Os aldeãos e a mulher fizeram um grande protesto. Eles não queriam perder o colecionador de seus problemas. Tinham medo de como ficaria a cidade e lhe imploraram que ficasse. 
    O velho se escapuliu no meio da noite. 
    Muito tempo se passou até que um cansado jovem entrou na aldeia. As pessoas sabiam, sem perguntar, que ele vinha da cidade. Eles o ajudaram da melhor forma que podiam, e quando ele estava se sentindo melhor, lhe perguntaram se sabia do velho que tinha partido para a cidade várias semanas atrás. 
    - Conheci sim! Este homem entrou quieto na cidade e, no princípio, ninguém o notou. Então de vez em quando você poderia vê-lo conversando com pessoas - escutando principalmente. Quando um pessoa terminava de falar, ele curvava a cabeça e fazia estranhos gestos com as mãos e a pessoa começava a se sentir melhor. Pela primeira vez em um longo tempo, as pessoas da cidade começaram a se sentir melhor e ter um pouco de esperança. 
    - Sim, nós sabemos. Ele fez isso aqui também. Respondeu um dos aldeãos. 
    - Bem, não levou muito tempo para as autoridades o notarem. Lhe mandaram partir e deixar de se intrometer nas vidas de outras pessoas. Ele simplesmente recusou. Disse o jovem da cidade. 
    E com os olhos tristes e um nó na garganta, continuou: 
    - Eles o colocaram na prisão, mas lá ele colecionou os problemas dos outros prisioneiros. Finalmente, as autoridades decidiram que ele era uma ameaça subversiva ao sistema. Assim eles o executaram. 
    Os aldeãos ofegaram. Alguns começaram a chorar. 
    - Eu sinto muito por lhes trazer estas tristes notícias. Ele também era meu amigo. 
    - É doloroso para nós, você sabe. Como faremos agora que ele morreu? 
    De repente o rosto do jovem ficou iluminado. 
    - A idéia ainda funciona! Ele exclamou. Colecionar problemas ainda funciona! Você pode fazer isto para mim, e eu posso fazer isto para você. Ele só nos mostrou como fazer! 
    O jovem saltou, cheio de energia e com força renovada. 
    - Estou voltando para a cidade! 
    - Mas o que fará você por lá? - vários aldeãos perguntaram em harmonia - Você ficou doido? Lá existem muitos problemas. 
    - Exatamente! Exatamente! - ele continuou - É por isso que eu vou. Aprendi a lição, vou ajudar as pessoas a se sentirem melhor. Me tornarei um colecionador de problemas! O que tenho a fazer é simples: basta ouvir as pessoas. Fazer com que elas se abram, desabafem e, assim, reflitam melhor, sintam-se mais leves. E hei de espalhar o que aprendi. Hei de criar novos colecionadores de problemas.
 

Texto: Leonard Remington
Tradução de Sergio Barros


texto - http://www.imagick.org.br
imagem - http://www.imagick.org.br


***

Que 2014 seja um ano de belas realizações e superações fazendo de cada coração um oásis de paz e alegria
Que Deus, Nosso Pai, nos guie sempre neste novo ano!!!!
Um grande abraço!!!

Jorge

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A AÇÃO DE DEUS

Linda era uma modelo famosa. Requisitada e disputada, conseguia contratos milionários. Apesar do dinheiro, da fama e da beleza, ela não era feliz.
 
Sentia um imenso vazio por dentro. Sofria de pavor, ansiedade e insônia. Pensou em tomar medicamentos. Alguns amigos aprovaram, outros não.
 
Ela decidiu procurar outras terapias. Assinou contratos que jamais havia sonhado. Trabalhava muito, mas continuava atormentada.
 
Um dia, pela manhã, indo de carro para o trabalho, pelo caminho costumeiro, o trânsito parou. Um guarda estava desviando todo o trânsito para uma ruazinha estreita, porque um encanamento havia rompido na avenida principal.
 
Dirigindo lentamente pela rua desconhecida, ela passou em frente a uma igreja. Um cartaz, escrito à mão, dizia: "sem Deus não há paz. Conheça Deus, conheça a paz. Todos são bem-vindos".
 
Ela achou estranho e seguiu em frente. No dia seguinte, fazendo o mesmo trajeto, o trânsito parou. Um incêndio em uma loja fez com que, outra vez, o trânsito fosse desviado por aquela mesma ruazinha.
 
"De novo!", pensou linda. E passou outra vez pela igreja. Lá estava o cartaz, que agora lhe pareceu atraente. De dentro do carro, espiou o interior da igreja.
 
No terceiro dia, ela pensou em mudar de trajeto. Mas achou que estava sendo muito boba. Afinal, qual era a probabilidade de em três dias seguidos, acontecer o desvio do trânsito, no mesmo local?
 
"Vai ser um teste", pensou. "Se acontecer alguma coisa e o trânsito for desviado, vou ter certeza de que é um sinal".
 
Quando ela chegou na avenida, lá estavam os policiais outra vez. Um grande acidente, explicou um dos policiais, desviando o trânsito, para a já conhecida ruazinha.
 
"É demais", falou linda, consigo mesma. Estacionou o carro e entrou na igreja. Lá dentro, havia apenas um padre. Ele ergueu os olhos, olhou para ela com um sorriso e perguntou:
 
"Por que demorou tanto?" – Ele havia visto o carro de linda passar ali nos três dias. Eles conversaram muito e como resultado, linda passou a freqüentar a pequena igreja.
 
Encontrou a paz e a serenidade que estava esperando. Exatamente como dizia o cartaz. Ela precisava de Deus na sua vida. E, sem dúvida, fora Deus que providenciara para que, de alguma forma, entendesse que ela precisava voltar-se para ele, alimentar o seu espírito com a fé, a esperança e o amor.
 
...............
 
A providência Divina sempre se faz presente em nossas vidas. Ocorre que, nem sempre, estamos de olhos e ouvidos atentos para perceber e entender.
 
Filhos bem-amados do Criador, não podemos esquecer de buscar o amparo desse Pai amoroso e bom, para que nele encontremos o nosso refúgio seguro.
 
Muitos O procuram nas igrejas, nos templos. Outros, nos livros. Alguns tentam o coração do próximo para ver se ali descobrem Deus.
 
Em verdade, muitos são os caminhos, mas o encontro verdadeiro se dá portas a dentro do nosso coração.

(Desconheço o autor)


Deus está sempre conosco. A questão é se nós estamos com ELE. E o Natal, através do Teu Filho, nos mostra o caminho para chegarmos a Deus. Jesus é o caminho, a verdade e a vida; portanto no Natal comemoramos a nossa participação com Jesus Tua Seara.
De coração, desejo que o Natal seja de muita alegria e esta irradie a todos.
Um grande abraço do amigo,
Jorge


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imagem - josemarbessa.com

domingo, 2 de dezembro de 2012

A LIÇÃO DO MÁRMORE

 No museu de fama internacional, o piso totalmente coberto por belíssimos azulejos de mármore recebia as visitas todas os dias, especialmente para admirarem uma estátua, toda em mármore, enorme, exibida no meio do salão de entrada.  
Pessoas do mundo inteiro vinham admirá-la. Os mais entendidos se detinham a observar a perfeição dos seus traços. Os românticos falavam da suavidade das linhas, mas todos, sem exceção, elogiavam a sua beleza.
Certa noite, os pisos de mármore começaram a falar e reclamar com a estátua:  
- Estátua, isto não está certo. Absolutamente, não! As pessoas vêm, pisam e pisam em nós só para admirar você. Ninguém olha para nós e muito menos se dá conta de que também temos a nossa beleza. Isto não é justo.  
- Meu querido amigo, piso de mármore, você ainda se lembra de quando eu e você estávamos na mesma caverna? Perguntou a estátua.  
- Sim! É por isso que eu acho tudo muito injusto. Nós nascemos da mesma caverna e agora recebemos tratamento tão diferente. Não é justo! - chorou novamente o piso.  
A estátua continuou a explicar:  
- Então, você ainda se lembra do dia em que o artista tentou trabalhar em você, mas você resistiu bravamente às ferramentas?  
- Sim, claro que me lembro. Odiei aquele sujeito! Como pôde ele usar aquelas ferramentas em mim? Doeu demais!  
- Isso é certo! Ele não pôde trabalhar nada em você, porque você resistiu à sua ação.  
- Quando ele desistiu de você, veio para mim. Eu era um bloco de mármore sem forma. Em vez de resistir como você, imediatamente soube que ele me tornaria algo diferente. Não resisti. Agüentei todas as ferramentas dolorosas que ele usou em mim.  
O piso resmungou alguma coisa e a estátua concluiu:  
- Meu amigo, há um preço para tudo na vida. Nem sempre é fácil. Às vezes é muito difícil e doloroso. Mas temos que aprender e suportar os sofrimentos, procurando crescer e aprender para nos transformar em algo mais belo. 
 

Com base no artigo Colcha de retalhos, de autor desconhecido, 
tradução de Sérgio Barros, da Revista Harmonia, junho. 2001.


imagem - plimplimhistorias.blogspot.com

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

ESPELHO

Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você permita.
 O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo a banca de jornal.
 O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu o jornal que foi atirado  em    sua direção.
 O amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao  jornaleiro um bom final de semana.
 Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:

 - Ele sempre te trata com tanta grosseria?
 - Sim, infelizmente é sempre assim.
 - E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
 - Sim, sou .
 - Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
 - Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

 Nós somos nossos "próprios donos".
 Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mal humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros.
 Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.
 "Os tristes acham que o vento geme.
 Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta".
 O mundo é Como um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

 
A maneira como você encara a vida faz toda a diferença!


(Desconheço o autor)


texto e imagem - internet

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

AULA DE DIREITO

Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito"
entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que
estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o
desagradável professor.
Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente,
recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estávamos assustados e indignados
porém ninguem falou nada..
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados porém pouco a pouco começamos a responder à sua
pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou tímidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso.... para que haja justiça. E agora, para que serve a
justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém... respondam a esta pergunta: agi corretamente ao
expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguem respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguem fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se
não dispomos da vontade necessária para pratica-las?
- Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma
injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não
se negocia.


(Recebido sem citação de autoria)

texto - internet
imagem - unifebe.edu.br 
 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

SABEDORIA

Conta-se que num país longínquo, há muitos séculos, um rei se sentiu intrigado com algumas questões. Desejando ter respostas para elas, resolveu estabelecer um concurso do qual todas as pessoas do reino poderiam participar.
O prêmio seria uma enorme quantia em ouro, pedras preciosas, além de títulos de nobreza.
Seria premiado com tudo isto quem conseguisse responder a três questões: qual é o lugar mais importante do mundo? Qual é a tarefa mais importante do mundo? Quem é o homem mais importante do mundo?
Sábios e ignorantes, ricos e pobres, crianças, jovens e adultos se apresentaram, tentando responder as três perguntas.
Para desconsolo do rei, nenhum deles deu uma resposta que o satisfizesse.
Em todo o território um único homem não se apresentou para tentar responder os questionamentos. Era alguém considerado sábio, mas a quem não importavam as fortunas nem as honrarias da terra.
O rei convocou esse homem para vir à sua presença e tentar responder suas indagações. E o velho sábio respondeu a todas:
- O lugar mais importante do mundo é aquele onde você está. O lugar onde você mora, vive, cresce, trabalha e atua é o mais importante do mundo. É ali que você deve ser útil, prestativo e amigo, porque este é o seu lugar.
- A tarefa mais importante do mundo não é aquela que você desejaria executar, mas aquela que você deve fazer.
- Por isso, pode ser que o seu trabalho não seja o mais agradável e bem remunerado do mundo, mas é aquele que lhe permite o próprio sustento e da sua família. É aquele que lhe permite desenvolver as potencialidades que existem dentro de você. É aquele que lhe permite exercitar a paciência, a compreensão, a fraternidade.
- Se você não tem o que ama, importante que ame o que tem. A mínima tarefa é importante. Se você falhar, se se omitir, ninguém a executará em seu lugar, exatamente da forma e da maneira que você o faria.
E, finalmente, o homem mais importante do mundo é aquele que precisa de você, porque é ele que lhe possibilita a mais bela das virtudes: a caridade.
- A caridade é uma escada de luz. E o auxílio fraternal é oportunidade iluminativa. É a mais alta conquista que o homem poderá desejar.
O rei, ouvindo as respostas tão ponderadas e bem fundamentadas, aplaudiu, agradecido.
Para sua própria felicidade, descobrira um sentido para a sua vida, uma razão de ser para os seus últimos anos sobre a Terra.
...............................
Muitas vezes pensamos em como seria bom se tivéssemos nascido em um país com menos inflação, com menos miséria, sem taxas tão altas de desemprego, gozando de melhores oportunidades.
Outras vezes nos queixamos do trabalho que executamos todos os dias, das tarefas que temos, por acha-las muito ínfimas, sem importância.
Desejamos que determinadas pessoas, importantes, de evidência social ou financeira pudessem estar ao nosso lado para nos abrir caminhos.
Contudo, tenhamos certeza: estamos no lugar certo, na época correta, com as melhores oportunidades, com as pessoas que necessitamos para nosso crescimento interior.

Desconheço o autor


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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

LUZ

Era uma noite muito fria há muitos anos. A barba do velho homem estava congelada enquanto esperava por uma carona para atravessar o rio que cruzava a estrada. A espera parecia interminável. O seu corpo estava dormente e endurecido pelo frígido vento.

Ouviu enfraquecido, aproximar-se o som de galope de cascos ao longo do congelado caminho. Ansiosamente, observou vários cavaleiros saindo da curva. Ele deixou o primeiro passar sem nenhum esforço para chamar sua atenção. Então outro passou por ele, e outro. Finalmente, o último cavaleiro se aproximou do velho. O velho fitou os olhos do cavaleiro e disse,
- Senhor, poderia dar uma carona para este velho congelado atravessar o rio? Não há como passar a pé.

Freando seu cavalo, o cavaleiro respondeu,
- Mas é claro! Suba a bordo.

Vendo que o velho era incapaz de levantar seu congelado corpo do chão, o cavaleiro desmontou e ajudou o velho a subir no cavalo.

O cavaleiro levou o velho não só através do rio, mas até seu destino final, que era alguns quilômetros adiante.

Quando chegaram na minúscula mas bem cuidada e aconchegante cabana, a curiosidade do cavaleiro fez com que indagasse,
- Senhor, eu percebi que deixou vários outros cavaleiros passarem sem fazer nenhum esforço para conseguir uma carona. Então, quando me aproximei você imediatamente pediu-me a carona. Estou curioso para saber por quê, nesta noite tão fria, você pôde esperar e pedir carona ao último cavaleiro, que poderia ter recusado e deixado você ali?

O velho desceu do cavalo, olhou para o cavaleiro bem dentro dos olhos, e respondeu,
- A bondade e a compaixão, mantidos aquecidos no coração, irradiam luz através dos olhos.

E continuou,
- Eu sei quando as pessoas são boas o bastante. Examinei os olhos dos outros cavaleiros e percebi que não havia nenhum interesse pela minha situação. Teria sido inútil pedir-lhes carona. Mas quando fitei os seus olhos, a bondade e a compaixão eram evidentes. Soube, ali mesmo, que aquele espírito gentil receberia de bom grado a oportunidade de dar me auxílio em meu tempo de necessidade.

Aquele emocionante comentário tocou o cavaleiro profundamente.
- Sou-lhe grato pelo que você disse.

E, tomando as rédeas do cavalo, retornou à sua viagem.


Tradução e adaptação de SergioBarros 



imagem - cerebroeinsanidade.tumblr.com

sábado, 17 de março de 2012

VOCÊ COLHE O QUE PLANTA...



Certa manhã, uma mulher bem-vestida parou em frente de um homem sem-teto, que olhou para cima lentamente ... e reparou que a mulher parecia acostumada com as coisas boas da vida. O casaco era novo. Parecia que ela nunca tinha perdido uma refeição em sua vida. Seu primeiro pensamento foi: "Só quer tirar sarro de mim, como tantos outros fizeram ....”

"Por favor, Deixe-me sozinho!” Resmungou o homem... Para sua surpresa, a mulher continuou de pé. Ela estava sorrindo, seus dentes brancos exibidos em linhas deslumbrantes.

"Você está com fome?" , perguntou ela. "Não", respondeu sarcasticamente. "Acabei de voltar do jantar com o presidente .... Agora vá embora."

Sorriso da mulher se tornou ainda mais amplo.

De repente, o homem sentiu uma mão suave debaixo do braço. "O que você está fazendo, senhora?" , Perguntou o homem irritado. "Disse para deixar-me sozinho!"

Neste momento um policial chegou. "Existe algum problema, senhora?" Perguntou ele...

"Não tem problema aqui, Policial”, a mulher disse... "Eu só estou tentando ajudá-lo a ficar de pé ...” “Pode me ajudar?” O policial coçou a cabeça. "Sim, o velho João é um estorvo por aqui há anos”. “O que você quer com ele?" Perguntou o policial...

"Ve o restaurante ali?" , Perguntou ela. "Eu vou dar-lhe algo para comer e tirá-lo do frio por um tempo."

"Você, senhora, está louca?" O homem sem-teto resistiu. "Eu não quero ir para lá!” Então sentiu mãos fortes segurando os braços e levantá-lo. "Deixe-me ir, eu não fiz nada oficial ..."

"Não vê, esta é uma boa oportunidade para você", o oficial sussurrou em seu ouvido. Finalmente, e com alguma dificuldade, a mulher e o oficial levam João para o restaurante e o sentam a uma mesa em um canto do refeitório. Era quase quatorze horas, a maioria das pessoas já tinha comido o almoço e para jantar o grupo ainda não tinha chegado ....

O gerente do restaurante veio a eles e perguntou. "O que está acontecendo aqui, oficial? — O que é isso? — E este homem está em apuros?" "Esta senhora trouxe-o aqui para comer alguma coisa", respondeu o oficial.

"Oh! não, não aqui!" o gerente respondeu com raiva. "Ter uma pessoa como essa aqui é ruim para os negócios!”


O velho João sorriu com poucos dentes. "Senhora, eu lhe disse. Agora, você vai me deixar ir?. Eu não queria vir aqui desde o início." A mulher foi até o gerente da lanchonete e sorriu .. "O senhor está familiarizado com Harris & Associates?, empresa que fica a duas ruas daqui?

"Claro que eu sei", respondeu o gerente impaciente. "Eles fazem as suas reuniões semanais aqui e jantam no meu restaurante".

"E você ganha um monte de dinheiro fornecendo alimentos para essas reuniões semanais?" Perguntou a Sra...

"E o que importa para você?” — perguntou o gerente impaciente.

“Eu, senhor, sou Penelope Hernandez, presidente e proprietária da empresa. " — disse ela.

"Oh desculpe!” — disse o gerente...

A mulher sorriu de novo... "Eu pensei que isso poderia fazer a diferença no seu tratamento." Ela disse ao policial, que se esforçou para conter uma risada.

"Gostaria de fazer-nos companhia numa xícara de café ou talvez uma refeição, policial?" "Não, obrigado, senhora", respondeu esse. "Estou de plantão".

"Então, talvez, uma xícara de café para ir?" — disse ela.

"Sim, senhora. Isso seria melhor." — respondeu o policial.

O gerente do restaurante virou nos calcanhares como se recebesse uma ordem.

"Vou trazer o café para o policial imediatamente Senhora"

O policial observou-a de pé. E falou: "Certamente colocou-se no lugar", disse ele.
"Essa não foi minha intenção", disse a Sra. “...Acredite ou não, eu tenho uma boa razão para tudo isso. "

Ela se sentou à mesa em frente ao seu convidado para jantar. Ela olhou para ele ... "João, você se lembra de mim?"

O velho João olhou para seu rosto, no rosto dela, com seus olhos remelentos "Eu acho que sim - quero dizer, acho que é familiar."

"Olha João, talvez eu seja um pouco maior, mas olha-me bem," disse a Sra. .. "Talvez eu esteja mais gordinha agora ... mas quando trabalhava aqui há muitos anos atrás eu vim aqui uma vez, e por esta mesma porta entrei, morrendo de fome e frio." — Algumas lágrimas caíram por suas bochechas ..

"Senhora?" disse o policial, eu não podia acreditar no que estava presenciando, mesmo pensando como uma mulher como esta poderia ter passado fome.

"Eu tinha acabado de me formar na faculdade em minha cidade natal", disse a mulher. . "e vim para a cidade à procura de um emprego, mas não consegui encontrar nada...” Com a voz quebrantada a mulher continuou: “Quando eu tinha meus últimos centavos e entreguei meu apartamento, andava pelas ruas, sem ter onde morar, e foi em julho, estava frio e, quase morrendo de fome, quando vi este lugar e entrei, pensando numa pequena chance para conseguir algo para comer”. Com lágrimas nos olhos, a mulher continuou falando ...“João me recebeu com um sorriso.

“Agora eu me lembro", disse João. "Eu estava atrás do balcão de serviço. Ela se aproximou e perguntou se poderia trabalhar para comer alguma coisa."

"Você me disse que era contra a política da empresa." A mulher continuou.. "Então, você me fez o maior sanduíche de rosbife que já vi ... deu-me uma xícara de café, e fui para um canto para apreciar a minha refeição. Eu estava com medo que você se metesse em encrencas. Então eu olhei e vi você colocar o valor dos alimentos no caixa. Eu sabia que tudo ficaria bem. "

"Então você começou seu próprio negócio?" Disse o velho João.

"Sim encontrei um trabalho naquela mesma tarde. Eu trabalhei muito duro, e eu subi com a ajuda do meu Deus Pai. Tempos depois eu comecei meu próprio negócio, com a ajuda de Deus, ele prosperou .." Ela abriu sua bolsa e tirou um cartão. "Quando terminar aqui, eu quero que você faça uma visita ao Sr. Martinez. Ele é o diretor de pessoal da minha empresa e vai encontrar algo para você fazer nela.”

Ela sorriu. "Eu poderia até adiantar-lhe algo, o suficiente para que você possa comprar algumas roupas e arrumar um lugar para viver até se recuperar. Se você precisar de alguma coisa, minha porta está sempre aberta para você João."

Havia lágrimas nos olhos do idoso. "Como eu posso agradecer-lhe”, ele perguntou. "Não me agradeça" ela respondeu. "Deus da-lhe glória. Ele me trouxe para você."

Fora do restaurante, o policial e a mulher pararam e antes de ir embora ela disse: "Obrigado por toda sua ajuda!”. Em vez disso, o oficial disse: "Obrigado eu, que vi um milagre hoje, algo que eu nunca vou esquecer. E .... E obrigado pelo café. ".....

Que Deus te abençoe sempre e não se esqueça que quando jogamos pão sobre as águas, você nunca sabe quando ele será devolvido para você ... Deus é tão grande que pode cobrir o mundo com amor e tão pequeno para entrar em seu coração.

Quando Deus te leva à beira do precipício, confie nele completamente e deixe-se levar. Apenas uma outra coisa vai acontecer, ou ele segura quando você cair, ou vai te ensinar a voar!

Quando Deus fecha portas ninguém pode abrir e quando Deus abre portas ninguém pode fechar
E lembre-se de ser uma bênção para os outros...
Deus tem visto suas lutas, e uma bênção está chegando à sua vida.


Desconheço o autor

"Buscai e achareis."

"Ajuda-te e o céu te ajudará."

"Encontrarás pedras nos teus passos, mantém-te vigilante, e afasta-as por ti mesmo!"



texto - internet

imagem - gmaiconempreendedor.blogspot.com

sábado, 28 de janeiro de 2012

ASSIM É A VIDA


Um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.


Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista.

Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.

Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.

Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse: - "Esse aqui".

- "Quer que embrulhe para presente" perguntou a garota sorrindo ainda mais.

Ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado.

Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer.

Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.

Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem par a convidá-la para sair e conversar.

Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.

Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo.

Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele.

A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: - "Então, você não sabe? Faleceu essa manhã".

Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao faze-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você e muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria".

Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.

Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde. Aproveita e fala, escreve, telefona e diz o que ainda não foi dito. Não deixe para amanhã. Quem sabe não dá mais tempo.


Desconheço o autor



texto - internet

imagem - on3art.blogspot.com

sábado, 10 de dezembro de 2011

AS TRÊS INDAGAÇÕES


O Aprendiz acercou-se do eremita e indagou :
- Desejo saber qual o momento mais importante da minha vida; a pessoa
mais valiosa para mim e a tarefa mais relevante que devo executar? Tu, que
és sábio e penetras no futuro do tempo, ajuda-me e esclarece-me.
O homem santo meditou, e, considerando a imaturidade do discípulo, respondeu:
- Agora é o momento mais importante da tua existência, pois que aqui estás; a pessoa mais relevante para a tua experiência evolutiva és tu
mesmo, porquanto, apenas de ti depende o êxito ou o fracasso da tua vida atual; e a realização mais significativa para ti aqui se expressa no serviço de
auto iluminação através do amor, do estudo e do bem que nunca se devem apartar das tuas horas.
O jovem, que ambicionava um futuro portentoso, um relacionamento social honroso e realizações bombásticas, não pode ocultar a decepção
que se lhe desenhou a face, afastando-se, cabisbaixo, sem dizer palavra alguma.


Não teve a sensatez de entender que agora é o momento eterno; que ele própio é o construtor da felicidade; e que a obra grandiosa resulta das
pequenas contribuições do amor, do conhecimento e do bem.


Desconheço o autor


texto - internet

imagem - divulgarciencia.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

APENAS DOIS SEGUNDOS


Havia 2 segundos, 1 chama-se AMOR o outro PRESSA...

o AMOR sempre tranqüilo e paciente gostaria muito de conversar

com a Pressa , esta por sua vez sempre correndo e atrasada.

Nunca dava muito ouvidos aos convites do Amor, para uma conversa, pois o seu segundo era caro e corrido....

Mas o Amor paciente sempre a espera sempre, sempre, e assim os anos se passaram e a Pressa sempre correndo e passando pelo Amor pacientemente a esperar...

Como a Pressa sempre o via no mesmo lugar a espera se compadeceu e resolveu lhe dar um segundo do seu tempo para tal conversa e assim foi...

Chegou juntinho ao Amor e disse: Amor hoje te darei um segundo de meu tempo ao convite de sua conversa...

O Amor todo faceiro e feliz sorria, reluzia de felicidade por esse encontro... E assim foram conversar embaixo de uma frondosa arvore, e conversaram conversaram e riram brincaram e conversaram mais ainda... e a Pressa nem se deu conta das horas

que lá ficou de prosa com o Amor, pois foi tão divertido e maravilhoso que nem viu seus segundos de pressa passarem... e descobriu quanto tempo perdera em não ter aceito o convite do Amor para uma conversa...

Conclusão da estória:
Para se estar ao lado de um AMOR, jamais tenha PRESSA!!!

Desconheço o autor

Texto - internet
imagem - renatafeldman.blogspot.com

terça-feira, 29 de novembro de 2011

TRANSFORMANDO AS IMPRESSÕES


Era uma vez.uma indústria de calçados aqui no Brasil que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para Índia.

Ela mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazerem as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:

"Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para Índia. Aqui ninguém usa sapatos."

Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:

"Senhores, tripliquem o projeto de exportação de sapatos para Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda."

A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.

Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:

"Os tristes acham que o vento geme; os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

A maneira como você encara a vida....faz toda a diferença!!!


Desconheço o autor


texto - http://textos_legais.sites.uol.com.br

imagem - mensagensdiarias.com.br

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A QUEM PERTENCE?


Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens.
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.
Só se você permitir.

Desconheço o autor


texto - internet
imagem - robertodearaujocorreia.wordpress.com

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