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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A DIFÍCIL ARTE DE DIZER NÃO AOS FILHOS


Você costuma dizer "não" aos seus filhos?

Considera fácil negar alguma coisa a essas criaturinhas encantadoras e de rostos angelicais que pedem com tanta doçura?

Uma conhecida educadora do nosso País alerta que não é fácil dizer não aos filhos, principalmente quando temos os recursos para atendê-los.

Afinal, nos perguntamos, o que representa um carrinho a mais, um brinquedo novo se temos dinheiro necessário para comprar o que querem? Por que não satisfaze-los?

Se podemos sair de casa escondidos para evitar que chorem, por que provocar lágrimas?

Se lhe dá tanto prazer comer todos os bombons da caixa, por que faze-lo pensar nos outros?

E, além do mais, é tão fácil e mais agradável sermos "bonzinhos"...

O problema é que ser pai é muito mais que apenas ser "bonzinho" com os filhos. Ser pai é ter uma função e responsabilidade sociais perante os filhos e perante a sociedade em que vivemos.

Portanto, quando decidimos negar um carrinho a um filho, mesmo podendo comprar, ou sofrendo por lhe dizer "não", porque ele já tem outros dez ou vinte, estamos ensinando-o que existe um limite para o ter.

Estamos, indiretamente, valorizando o ser.

Mas quando atendemos a todos os pedidos, estamos dando lições de dominação, colaborando para que a criança aprenda, com nosso próprio exemplo, o que queremos que ela seja na vida: uma pessoa que não aceita limites e que não respeita o outro enquanto indivíduo.

Temos que convir que, para ter tudo na vida, quando adulto, ele fatalmente terá que ser extremamente competitivo e provavelmente com muita "flexibilidade" ética, para não dizer desonesto.

Caso contrário, como conseguir tudo? Como aceitar qualquer derrota, qualquer "não" se nunca lhe fizeram crer que isso é possível e até normal?

Não se defende a idéia de que se crie um ser acomodado sem ambições e derrotista. De forma alguma. É o equilíbrio que precisa existir: o reconhecimento realista de que, na vida às vezes se ganha, e, em outras, se perde.

Para fazer com que um indivíduo seja um lutador, um ganhador, é preciso que desde logo ele aprenda a lutar pelo que deseja sim, mas com suas próprias armas e recursos, e não fazendo-o acreditar que alguém lhe dará tudo, sempre, e de "mão beijada"

Satisfazer as necessidades dos filhos é uma obrigação dos pais, mas é preciso distinguir claramente o que são necessidades do que é apenas consumismo caprichoso.

Estabelecer limites para os filhos, é necessário e saudável.

Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer.

Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando ouviram o primeiro não, fora de casa.

Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não.

Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem.

***
O esforço pela educação não pode ser desconsiderado.

Todos temos responsabilidades no contexto da vida, nas realizações humanas, nas atividades sociais, membros que somos da família universal.

Autor:
(Do livro "Repositório de Sabedoria" vol I, Educação)

ENDEREÇO: http://www.reflexao.com.br/mensagem_ler.php?idmensagem=697
IMAGEM: pediatriaemdia.blogspot.com

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

UM TEMPO A MAIS


No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem em um banco, perto do playground.

Aquele, logo ali, é meu filhodisse ela, apontando para um pequeno menino usando um suéter vermelho e que deslizava no escorregador.

Um bonito garoto respondeu o homem, e completou: aquela, usando vestido branco, pedalando sua bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a menina. Filha, o que você acha de irmos?

A garota suplicou: mais 5 minutos, pai. Por favor. Só mais 5 minutos. O homem concordou e melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.

Os minutos se passaram e o pai levantou-se novamente e falou para a filha: hora de ir agora?

Outra vez ela pediu: mais cinco minutos, papai. Só mais cinco minutos. O homem disse: está certo!

O senhor certamente é um pai muito paciente! Falou a mulher.

O homem, com um sorriso um tanto melancólico, falou: o meu filho mais velho foi morto por um motorista bêbado no ano passado, quando pedalava sua bicicleta perto daqui.

Eu nunca passei muito tempo com ele e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com meu filho.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com a irmã dele.

Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Mas, na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar.

Com a agitação da vida moderna nem sempre nos damos conta da importância de dedicar um pouco mais de tempo para nossos amores.

Sob o império do relógio, estamos sempre apressados, atrasados, atropelados e atropelando os passos despreocupados dos pequerruchos.

Tanto isso é uma realidade, que encontramos muitas crianças contaminadas pelas neuroses dos pais.

Num período de tempo em que a criança deveria andar devagar, observar o mundo ao seu redor, esse mundo totalmente novo para ela, muitas já são vítimas da correria desenfreada que os pais lhes impõem.

A criança entra numa roda viva em que não tem tempo de brincar, de conversar com um amiguinho, de observar despreocupadamente uma vitrine, uma cena da natureza, pois é arrastada pelas mãos nervosas de pais que estão sempre correndo, sempre em busca de um tempo que já se foi.

Você que é mãe ou pai, faça uma pequena pausa no seu dia, repense suas atividades, estabeleça prioridades e considere a importância de 5 minutos a mais de atenção aos filhos. Sejam eles crianças, adolescentes, jovens ou adultos.

Dia desses, uma mãe nos disse que seu filho é uma pérola preciosa de valor incalculável. E falou isto com o coração cheio de ternura. O filho tem quase 30 anos, mas a mãe o conhece muito bem e sabe o valor que ele tem.

Certamente ela o acompanha desde o ventre, dando-lhe atenção e carinho sem se preocupar com o relógio, embora não negligenciando com suas obrigações.

Hoje em dia, muitos pais só sabem enumerar os defeitos dos filhos, porque não têm tempo de conhecer suas virtudes, nem de apreciá-las.

O que ressalta é sempre o fato de estarem atrasados para levantar, para se deitar, para ir à escola ou ir para o curso disto ou daquilo.

O tempo passa breve e um dia os filhos crescem, se casam, ou viajam para a pátria espiritual. E deixam, nos pais descuidados, uma enorme sensação de vazio, por não ter percebido que os minutos se transformaram em anos.

Por todas essas razões, pare um pouco e se pergunte: quais são as minhas prioridades?

E pense na possibilidade de dar a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo, ainda hoje!

***

O rio das horas, corre, levando em suas vibrações-tempo as oportunidades perdidas.


Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em fatos reais.


endereço: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=909&let=T&stat=0imagem:
http://minicontosanamello.blogspot.com

quinta-feira, 8 de julho de 2010

FILHOS DO CORAÇÃO


Era uma noite como outra qualquer.

A Luena estava sentada no chão a folhear o álbum de família. Os irmãos brincavam na sala com o Rafa e o Manecas, o cão e o gato lá de casa que, sendo os melhores amigos, às vezes pareciam os piores inimigos.

De repente, o silêncio foi interrompido pela curiosidade de uma menina de cinco anos.

— Mãe… como é que eu nasci? Porque é que não há fotografias minhas em bebé aqui no álbum?

A mãe percebeu que aquela, afinal, ia ser uma noite muito especial. Levantou-se do sofá e foi sentar-se ao lado da filha.

— Vou contar-te a história mais bonita do mundo e a mais especial, porque é a tua história. Sabes como nascem os bebés?

— Nascem de repolhos grandes! — exclamou o Manuel.

— Não é nada… chegam no bico das cegonhas! — contrapôs o Jorge.

Maria desatou a rir e avançou com a sabedoria de quem acredita que domina o mundo do alto dos seus dez anos:

— Os bebés nascem das barrigas das mães! O pai põe uma sementinha num ovo que a mãe tem dentro da barriga e, depois, a barriga começa a crescer, a crescer, a crescer e, nove meses depois, nascem os bebés!

— Nem todos — interrompeu a mãe —, alguns filhos nascem nos corações!

Nesse momento até as certezas da Maria, a irmã mais velha, desapareceram.

Curiosos, os irmãos aproximaram-se da mãe, prontos para ouvir esta história que, como todas as histórias importantes, começa com um…

— Era uma vez… — disse o pai da Luena que acabara de entrar na sala.

— …um coração que engravidou de amor — acrescentou a mãe.

— Os corações também engravidam? — interrompeu a Luena curiosa.

— Claro que sim! Esse coração, tal como as barrigas das mães, cresceu tanto, tanto, tanto, que se apaixonou por uma menina cor de canela e de trancinhas no cabelo que escolheu fazer parte desta família — respondeu o pai emocionado.

— Sabes Luena… há várias maneiras de criar uma família, mas o importante é o amor que une as pessoas dessa família, porque as famílias são para sempre — concluiu a mãe.

— Mesmo quando se zangam? — perguntou o Manuel.

— Claro… não vês que, apesar de se zangarem, o Rafa e o Manecas adoram-se e não conseguem viver um sem o outro? — lembrou a mãe.

A Luena ouvia em silêncio com muita atenção mas, quanto mais lhe explicavam, menos conseguia entender. Pegou na mão da mãe, obrigando-a a fixar o olhar no seu, que suplicava por mais esclarecimentos.

— Então como é que eu cheguei ao teu coração grávido, mãe?

— Já vais perceber… mas, o mais importante é que estás cá dentro, no nosso coração, como todos os teus irmãos.

Pelo olhar perdido da Luena, todos conseguiram imaginar a confusão que reinava na sua cabeça. O pai avançou com mais explicações:

— Sabes Luena, existem muitos lugares no mundo onde os pais não têm condições para criar os filhos…

— …e, por isso, têm que deixá-los em instituições como aquela no Gana, em África, onde nós te vimos pela primeira vez — acrescentou a mãe.

— E nesses lugares existem muitos meninos como eu, mamã? — perguntou a Luena.

A resposta chegou pela mão da irmã mais velha, a quem os dez anos davam direito legítimo a uma resposta sempre na ponta da língua:

— Espalhados pelo mundo, existem meninos de todas as raças e cores que precisam de pais, porque os seus pais da barriga não puderam cuidar deles como eles mereciam.

«Raças» era uma palavra difícil para os irmãos mais novos. O Manuel sabia que era preciso perguntar para conseguir aprender e, por isso, não hesitou:

— O que são raças, papá?

— Raças são características diferentes dos meninos que nascem em todas as partes do mundo: em Portugal, no Gana, na China…

À Luena nunca lhe tinha ocorrido perguntar porque é que a sua cor de pele era diferente da dos seus irmãos… afinal somos todos diferentes uns dos outros! Há crianças gordas, magras, altas, baixas, meninos de olhos azuis e outros de olhos castanhos. A cor da sua pele fora sempre aquela, portanto era uma característica sua.

Ela também sabe que o que é realmente importante sente-se com o coração. E o seu coração traquina dizia-lhe que o importante é o amor que une as famílias e o sentimento de segurança que os filhos têm junto dos pais.

— Ao ver-te pela primeira vez, o nosso coração cresceu tanto, tanto, tanto, que se apaixonou e, desde esse momento, a nossa vida deixou de fazer sentido sem ti — revelou a mãe com ternura.

A Luena ficou em silêncio a saborear o olhar apaixonado dos pais e a pensar em todas as crianças que não têm uma família.

Imaginou os meninos que não pertencem a ninguém e que adormecem à noite sem ter os pais ao seu lado para lhes contarem uma história. Imaginou como deve ser difícil não receber um beijo da mãe todas as manhãs. Imaginou como se devem sentir sozinhas as crianças que estão à espera de conhecer os seus pais do coração…

Espontaneamente correu e abraçou os seus pais com toda a força que conseguiu, numa tentativa desesperada de lhes fazer sentir todo o amor que tem por eles.

— Que bom que é ter uma família! — exclamou feliz.

E a sabedoria dos dez anos da Maria traduziu-se numa verdade simples que, no coração, todos sentem como uma certeza:

— Luena… a nossa família não seria a mesma sem ti…

— É verdade Luena, estamos muito felizes por termos uma irmã como tu — acrescentou o Jorge.

— Papá, e o que acontece às outras crianças que ainda não tem uma família? — perguntou o Manuel.

— Estão à espera de encontrar corações apaixonados que engravidem de amor e consigam formar uma família como a nossa — explicou o pai.

— Sabem que às vezes isso acontece muito depressa, mas outras, demora mais tempo. Porém o mais importante é que, no final de tudo, encontrem uma família… e de certeza que isso acaba por suceder! — concluiu a mãe.

A Luena ficou tranquila com as palavras da mãe em relação aos outros meninos que ainda se encontram a viver em instituições. Contudo, uma dúvida insistia em formar a covinha que aparecia na sua bochecha esquerda sempre que algo a preocupava:

— Mamã… mas como é que esses pais que engravidam do coração conseguem escolher uns meninos e deixar lá outros?

— Na verdade, filhota — explicou a mãe orgulhosa da sensibilidade da filha —, esses pais não escolhem os filhos… mesmo que não percebam, eles é que são os escolhidos. Um coração só engravida quando se apaixona, por isso é que pouco importa se os filhos nascem da barriga das mães ou dos seus corações. O amor só pode ser um laço natural… porque ninguém nos pode obrigar a amar!

— Tu, por exemplo, — continuou o pai – escolheste-nos no dia em que te conhecemos e, depois de nos conquistares, deixaste-nos amar-te. As fotografias que te faltam aí no álbum não são importantes, porque a nossa história de amor começou mais tarde, e nem todas as histórias de amor tem de começar numa maternidade.

— Se pensares bem, filhota — acrescentou a mãe —, não há fotografias de todos os momentos felizes que passámos juntos, porque alguns desses momentos guardámo-los cá dentro do coração, que é o melhor álbum da nossa vida!

O Manuel e o Jorge começavam a dar os primeiros sinais de cansaço com um bocejo traiçoeiro. A Maria, a quem a vida naquela noite até tinha conseguido ensinar qualquer coisa nova, foi contagiada e abriu a boca, denunciando a chegada da hora de dormir.

— Meninos, vamos para a cama! Hoje já ouviram uma linda história, que vos deu muito em que pensar! — exclamou o pai divertido.

A mãe levantou-se e distribuiu as crianças pelos quartos, ao ritmo de mimos e beijos de boas-noites. Quando chegou perto da cama da Luena reparou que a covinha da bochecha voltara a ficar visível.

— Mamã… ainda existem muitas famílias à espera de serem escolhidas por essas crianças? — perguntou-lhe a filha.

— Algumas, meu amor… — disse a mãe tentando tranquilizá-la — …mas não te preocupes, porque todas essas crianças vão, de certeza, escolher uma família como a nossa para serem muito felizes.

Aos poucos, a covinha foi desaparecendo. A Luena fechou os olhos, rendendo-se a um sono descansado, e começou a sonhar com um mundo cor-de-rosa, com pinceladas de muitas outras cores alegres e vivas que pintam a realidade de uma menina traquina de cinco anos.

A mãe inclinou-se e beijou o rosto daquela filha especial, que tinha trazido um brilhante arco-íris à sua vida. Depois, afastou-se em silêncio e ficou a pensar que, se todas as famílias soubessem quão maravilhosas e completas se podem tornar as suas vidas quando os seus corações engravidam, de certeza que as instituições do mundo ficariam vazias de crianças e as suas casas cheias de amor.

Alexandra Borges; Luís Figo; Ana Cardoso
Filhos do Coração – A adopção explicada a pais e filhos
Lisboa, Bertrand Editora Lda., 2007


endereço: http://contadoresdestorias.wordpress.com/2009/10/31/filhos-do-coracao-adopcao-explicada-a-pais-e-filhos/
imagem: filhosadotivos.blogspot.com


quarta-feira, 28 de abril de 2010

VOCÊ É RESPONSÁVEL PELA MANEIRA COMO O MUNDO O TRATA


Se você não gosta do que está obtendo, mude o que está fazendo - depende de você ensinar as pessoas a respeito de como quer ser tratado. Culpamos o outro com muita freqüência. Se uma sociedade não está dando certo ou se um relacionamento está indo mal, você também é responsável por isso. Se alguém descarrega tudo em cima de você, metade da culpa é sua.
As pessoas que vivem sendo maltratadas irradiam uma atitude que diz: "aposto que você vai me maltratar, e eu vou deixar que o faça, mas depois vou culpá-lo por isso!" Em qualquer relacionamento, é preciso dois para "dançar um tango". Ambas as partes são responsáveis, e ambos recebem certos pagamentos por seu papel em particular. São necessários dois para fazer um relacionamento dar certo e são necessários dois para rompê-lo.
De alguma maneira, no entanto, é muito mais fácil ser objetivo quanto aos problemas de outros casais do que quanto aos seus. Outro exemplo: não é difícil encontrar famílias em que as crianças mandam na casa. Elas ordenam aos pais coisas do tipo: "papai, pegue minhas meias", "mamãe, me traga um pedaço de bolo", "passe minha camiseta", "me leve ao jogo de futebol AGORA".
Aí, os pais se perguntam o que é que fizeram para merecer isso. A resposta é simples: viveram correndo atrás dos filhos durante 15 anos ou mais; ensinaram a eles a maneira como queriam ser tratados, como escravos! Portanto, desde cedo, ensine às crianças que você não é empregado delas e transmita a elas um senso de contribuição. Afinal, se uma criança de 8 anos consegue operar um computador, ela também pode operar uma máquina de lavar.
Outro ponto: os pais devem ensinar às crianças a dizer "obrigado". É comum ouvir mães se lamentando porque os filhos nunca a agradecem por nada - nem mesmo depois de adultos e casados. Se, anos antes, essas mães tivessem dito aos "pimpolhos" coisas do tipo "em nossa família, a palavra OBRIGADO é um sinal de apreciação e de respeito; se vocês esquecerem de me agradecer um dia, terão de preparar o jantar do dia seguinte", ou qualquer coisa do tipo, as crianças aprenderiam rapidinho a ter boas maneiras e a respeitar os outros para ser respeitadas. Portanto, se você quiser que as pessoas mudem a maneira como o tratam, mude você primeiro.

Andrew Matthews


endereço e imagem: internet


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